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Vidros Eletrocrômicos

Vidros Eletrocrômicos

Os vidros eletrocrômicos são novidade permitem o controle do quanto uma área será iluminada e transparente a radiação solar na fachada, ou em ambientes internos. Os desenvolvedores deles estimam que pode economizar mais de 25% os gastos com ventilação e ar-condicionado.

Materiais eletrocrômicos alterar sua cor a partir da incidência de uma diferença de potencial. É possível controlar seu grau de transparência e o grau de transmissão que determinadas radiações do espectro eletromagnético terão através desses materiais. Basta apertar um botão, que você pode controlar a intensidade de luz e radiação como ultravioleta e infravermelho transmitida.

Vantagens:

  • Aumento no conforto visual, já que a transmissão de luz pode ser diminuída nos períodos quando há luminosidade excessiva externa ou aproveitar a luminosidade quando ela não for mais incômoda.
  • Economia de energia, no verão a grande passagem de ondas de infravermelho através dos vidros de janela causa aumento da temperatura do ambiente interno. Se a passagem dessas ondas forem diminuídas, consequentemente a energia utilizada por ares-condicionados irá ser em menor quantidade
  • Não necessita de alimentação constante de energia. Muda-se a cor com a aplicação de um a cinco volts e para descolorir o vidro basta inverter a polaridade dos eletrodos com uma nova aplicação de voltagem.
  • No inverno é possível maximizar o aproveitamento da radiação solar para o aquecimento do ambiente.
  • Aplicação em retrovisores veiculares, pois pode proteger o motorista da incidência de luz alta.

Desvantagens:

  • A mudança de cor ocorre gradualmente e pode levar até 20 minutos.

Como funcionam os vidros eletrocrômicos?

“eletro” (eletricidade) e “crômico” (relativo à cor)

Os dispositivos eletrocrômicos representam a aplicação prática do fenômeno de eletrocromismo, que, por definição, implica uma mudança reversível de coloração, ocasionada pela aplicação de uma diferença de potencial ou corrente elétrica. Os vidros utilizados possuem composição química semelhante a vidros comuns e não apresentam propriedades eletrocrômicas. O segredo está em recobrir os vidros por filmes finos e transparentes, compostos por metais de transição, como óxido de estanho dopado com óxido de índio (SnO2-InO2), trióxido de tungstênio (WO3) ou pentóxido de nióbio (Nb2O5).

1 – Esquema de janela eletrocrômica 1. e 7. Vidro 2. e 6. Condutor transparente 3. Reservatório de íons 4. Eletrólito 5. Filme eletrocrômico

Mudando o estado de oxidação, há a alteração de coloração. Os vidros recobertos serão separados por um eletrólito e farão o papel de eletrodos, sendo ligados a uma bateria. Forma-se uma célula eletroquímica, denominada “vidro eletrocrômico”, o qual apresenta a variação de sua coloração e transmissividade com a aplicação de uma diferença de potencial.

Veja o video:

Esses vidros possuem memória. O tempo dessa memória implica o período em que o vidro eletrocrômico permanece colorido. Pode ser um tempo muito longo, de 12 a 24 horas, perfeito para as fachadas, pois permanece ativado durante o período do dia.

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